Ele, de novo.

O sarampo voltou a ser motivo de preocupação no Brasil. O país recebeu, em 2016, o certificado de eliminação da circulação do vírus, conferido pela OPAS - Organização Pan-Americana da Saúde.
Mas, no ano passado, foram registrados surtos em alguns estados e casos isolados em outros.
Segundo o Ministério da Saúde (portalms.saude.gov.br), o retorno da doença foi causado por vírus “importados”, transmitidos por estrangeiros. Por isso, é importante estar com as vacinas em dia.
Fique de olho nas dicas da UNISAÚDEMS e saiba como se proteger.

Sobre o que estamos falando.

O sarampo é uma doença infecciosa aguda. Você pode ser contagiado simplesmente por estar perto de uma pessoa doente. O vírus é transmitido por espirro, tosse, fala ou respiração. E as complicações são graves, se não houver tratamento adequado.
Porém, você não precisa entrar em pânico. Basta se vacinar.

O que acontece?

O contágio acontece de quatro a seis dias depois de você manter contato com a pessoa infectada. Alguns dos principais sintomas são tosse, coriza, conjuntivite, dor de cabeça e febre acima de 38,5 °C.
As conhecidas manchas vermelhas surgem no rosto e atrás das orelhas. Posteriormente, se espalham pelo corpo.

O que devemos fazer?

A vacinação é a maneira mais eficaz de se proteger. E a única também.
O Ministério da Saúde fornece as vacinas que são aplicadas em postos de saúde. Informe-se na unidade mais próxima de sua casa.

Proteção para todos.

Os tipos de vacinas e as doses aplicadas variam.
Mas não é nada complicado.

Crianças de 12 meses a menores de 5 anos.
Uma dose da vacina tríplice viral e uma dose da tetra viral.

Crianças de 5 a 9 anos que ainda não foram vacinadas.
Duas doses da vacina tríplice.

Adolescentes e adultos de até 49 anos.
Pessoas de 10 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice.
Pessoas de 30 a 49 anos: uma dose da vacina tríplice.

Importante: se você tem como comprovar a imunidade contra o sarampo, não precisa ser vacinado.

Algumas pessoas não podem.

Atenção aos casos em que a vacina contra sarampo não pode ser aplicada.

Pessoas que estejam com sarampo.

Crianças menores de 6 meses de idade.

Gestantes.
O ideal é que a mulher esteja imunizada pelo menos quatro semanas antes de engravidar. As que estão grávidas devem ser vacinadas após o parto.
Em caso de dúvidas, um exame de sangue pode esclarecer se a pessoa está imune.

Pessoas com imunidade comprometida.
Pacientes com câncer, receptores de transplante e de implante, queimados e portadores do vírus HIV são alguns exemplos.